domingo, 16 de setembro de 2018

Millennium: A Garota Na Teia de Aranha (2018)

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Arte: O Quinto Elemento, 1997

Quadro inspirado no sucesso da SCI-FI "O Quinto Elemento", de 1997. Um filme de Luc Besson; com Bruce Willis, Gary Oldman, Ian Holm e Milla Jovovich.

sábado, 1 de setembro de 2018

Crítica: Os Meninos que Enganavam Nazistas | Um Filme de Christian Duguay (2017)


Durante o período em que a ocupação nazista avançava sobre o território da França na Segunda Guerra Mundial, os dois jovens irmãos judeus Maurice Joffo (Batyste Fleurial) e Joseph Joffo (Dorian Le Clech) são impulsionados a fugir de casa no meio da noite embarcando em uma aventura sem fronteiras para escapar dos nazistas. Em meio a crescente invasão, que fazia com que os judeus fossem constantemente caçados, eles se mostravam corajosos e inteligentes em sua fuga. Sobretudo ansiosos por se reunir a família novamente. “Os Meninos que Enganavam Nazistas” (Un sac de Billes, 2017) é uma produção dramática resultante de um trabalho colaborativo entre a França, Canada e Republica Tcheca que é adaptada para o cinema do livro que tem o mesmo nome e foi escrito por Joseph Joffo, sua história é inspirada em fatos reais vividos pelo protagonista. O filme é dirigido pelo diretor canadense Christian Duguay (responsável por filmes como “Belle e Sebastian: A Aventura Continua”, de 2015; “Anna Karenina”, de 2013; entre muitos mais) e é estrelado por Dorian Le Clech, Batyste Fleurial e Patrick Bruel. Entre centenas de contos sobre a grande guerra, Os Meninos que Enganavam Nazistas se junta a uma parcela competente de realizações, mas não primorosa de filmes como “A Lista de Schindler” e “A Vida é Bela”.

Mais na linha de longa-metragens como “O Menino do Pijama Listrado”, “A Menina que Roubava Livros” e “O Diário de Anne Frank”, Os Meninos que Enganavam Nazistasé marcado por uma sensação de déjà vu. Embora a história da jornada dos dois irmãos para sobreviver a ofensiva nazista seja bem contada, as tragédias apresentadas em seu desenvolvimento são inegavelmente parecidas com as de outros relatos já vistos antes. Porém o desempenho comprometido dos jovens protagonistas, a reconstituição de época formidável empregada pela produção, os atributos técnicos adotados que são competentes (destaque para a direção de fotografia) e a atmosfera que é bem construída para essa produção agrade os sentidos, isso proporciona uma espécie de compensação ao espectador. No entanto, a direção de Christian Duguay não é uma das melhores, pois em sua maior parte demonstra uma condução fria que não condiz com as emoções necessárias para atingir o coração do público. Embora o filme funcione, há uma ausência de um toque autoral que intensifique a delicadeza e a força de certos momentos. Infelizmente Duguay não tem esse toque e o filme se desenvolve apenas de forma mecânica que aborda certas passagens de modo superficial. Mesmo assim, Os Meninos que Enganavam Nazistasé um bom drama de guerra como muitos outros filmes, mas longe de ser uma obra-prima.

Nota:  6/10
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Crítica: O Assassino: O Primeiro Alvo | Um Filme de Michael Cuesta (2017)


Devastado pela morte de sua noiva diante de seus olhos durante uma temporada de férias por um violento atentado terrorista, Mitch Rapp (Dylan O’Brien) dedica-se incansavelmente a vingança, o que chama a atenção da CIA quando o salva das mãos de uma célula terrorista. Recrutado pela CIA, o rapaz é enviado para o rígido treinamento de Stan Hurley (Michael Keaton), um veterano da agência que prepara assassinos para operações secretas. Porém Hurley tem várias dúvidas quanto a figura de Mitch, que embora demonstre grande competência em suas tarefas, os traumas de seu passado podem atrapalhar uma importante operação que visa desarmar um perigoso grupo terrorista. “O Assassino: O Primeiro Alvo” (American Assassin, 2017) é uma produção estadunidense de ação e espionagem escrita por Stephen Schiff, Michael Finch, Edward Zwick e Marshal Herskovitz. Dirigida pelo americano Michael Cuesta, o filme é estrelado por Dylan O’Brien, Michael Keaton, Sanaa Lathan, Shiva Negar, Taylor Kitsch, David Suchet e Charlott Vega. Inspirado no romance de 2010 escrito por Vince Flynn, o filme tem as suas deficiências, pois força o lançamento por conveniência de uma nova franquia de filmes de espionagem no melhor estilo “Jason Bourne”, mas também é capaz de sobreviver de forma razoável na memória do espectador.

Se há uma razão pela qual “O Assassino: O Primeiro Alvo” é capaz de sobreviver na memória do espectador após ser conferido, ou pelo menos o tempo necessário para se escrever uma ligeira resenha como esta, talvez seja pela excelência técnica de sua execução. O filme é dinâmico, arrojado e destemido, pois tem um fôlego para se manter constantemente frenético para prender a atenção do espectador é admirável. As cenas de ação são de um primor técnico impressionante. Porém, afundado numa infinidade de clichês batidos, toda a energia que é empregada por Dylan O’Brien e o desempenho crível que Michael Keaton consegue imprimir até certa altura da história é desperdiçado. Toda a eficiente estrutura técnica para se criar um bom thriller de suspense é perdida em função de um roteiro que força uma trama difícil de engolir pela infinidade de filmes parecidos já realizados. O desfecho hollywoodiano talvez seja a passagem mais degradante da história. Por isso, “O Assassino: O Primeiro Alvo” não é um filme ruim. Ele só não é bom o suficiente. Toda a sua energia que gera uma história que inclusive começa bem, vai perdendo a força no decorrer do tempo até desaparecer por completo no final. Essa empreitada de criação de um novo assassino profissional provavelmente não terá uma segunda oportunidade para dizer para que veio.

Nota:  6/10
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Crítica: Sicário: Dia do Soldado | Um Filme de Stefano Sollima (2018)


Quando o oficial da CIA, Matt Graver (Josh Brolin) recebe uma nova missão que busca estourar uma guerra entre os cartéis de drogas, ele volta a buscar ajuda de seu sicário de maior confiança, Alejandro Gillick (Benicio Del Toro), em um momento onde os perigosos cartéis de drogas começam a ser vistos como células terroristas pelo governo americano depois da descoberta de que eles estão contrabandeando terroristas para os Estados Unidos. A solução para as mudanças que estão ocorrendo é promover o caos entre os próprios grupos rivais. Por isso o objetivo da missão dada pelo alto escalão do governo é sequestrar secretamente a filha caçula de um grande chefão das drogas, e esperar para ver todo o sistema que mantem o narcotráfico em funcionamento ruir. Porém nem tudo sai como planejado e decisões difíceis são necessárias e mudanças de atitude são vitais. “Sicário: Dia do Soldado” (Sicario: Day of Soldado, 2018) é uma produção estadunidense de suspense escrita por Taylor Sheridan e dirigida pelo cineasta italiano Stefano Sollima. Sequência do filme de 2015 que foi dirigido por Dennis Villeneuve e um grande sucesso de crítica, essa produção é estrelada por Josh Brolin, Benicio Del Toro, Isabela Moner, Jeffrey Donovan, Manuel García-Rulfo e Catherine Keener.

Menos impactante e sombrio que seu antecessor, embora igualmente bem realizado, “Sicário: Dia do Soldado” ainda consegue apresentar uma experiência de realismo bastante satisfatória ao espectador com um enredo explicitamente projetado para se mover de modo redondo para público. A história que se desenvolve de forma menos impressionante ganha pontos por se aprofundar nos personagens principais, onde tanto Brolin quanto Del Toro impressionam muito mais do que em “Sicário: Terra de Ninguém. Os diálogos, a forma como se lançam em seus personagens e rumo pelo qual suas histórias enveredam são impressionantes. Entretanto, a jovem sequestrada que Isabela Moner desempenha ou o jovem que busca uma ascensão no meio criminal desempenhado por Manuel García-Rulfo, várias vezes parecem forçados. Há algo artificial em suas figuras, seja pelo inevitável fato que os caminhos desses personagens vão se cruzar ou pela atuação dos próprios. Com boas cenas de ação militar que são brilhantemente filmadas pela câmera de Stefano Sollima, uma trilha sonora de valor para o conjunto e um desfecho bastante tenso dado à história (destaque para cena final dotada de uma grande dose de humor negro que de alguma forma remete a lembrança do estilo do filme anterior).

Por fim, “Sicário: Dia do Soldado” é uma sequência inegavelmente honrada de um filme impecável em todos os sentidos. Dificilmente irá atender as expectativas dos fãs de seu antecessor, porém também não tem do que se envergonhar. O filme funciona, prende a atenção do espectador do começo ao fim com um ótimo nível de excelência, mas não convence em sua totalidade pelas pinceladas de verniz hollywoodiano presentes em seu enredo.

Nota: 7,5/10
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Um Grande Momento: Matrix Reloaded, 2003 (Neo vs Exilados)

domingo, 26 de agosto de 2018

Cartaz Alternativo: Kill Bill Volume 1, 2003

Cartaz alternativo do filme de Quentin Tarantino.