segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Um Grande Momento: Matrix Reloaded, 2003 (Neo vs Exilados)

domingo, 26 de agosto de 2018

Cartaz Alternativo: Kill Bill Volume 1, 2003

Cartaz alternativo do filme de Quentin Tarantino.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Alita - Anjo de Combate [2019]

domingo, 19 de agosto de 2018

Crítica: A Juventude | Um Filme de Paolo Sorrentino (2016)


Fred Ballinger (Michael Caine) e Mick Boyle (Harvey Keitel) são dois velhos amigos com quase 80 anos de idade e estão passando uma temporada em um elegante e luxuoso nos pés dos Alpes Suíços. Enquanto Fred é um maestro que está aposentado que sempre passava as férias com sua esposa nesse lugar, Mick é um diretor de cinema que anseia pela criação de sua obra-prima e não consegue parar com essa vida enquanto não conseguir um desfecho para sua história. Com muito tempo e pouca coisa para fazer, Fred passa o seu tempo recordando do passado ao lado do amigo e observa as coisas que estavam dadas como certa em sua vida mudando pela influência do destino. “A Juventude” (Youth, 2016) é um drama colaborativo entre Inglaterra, França, Suíça e Itália que foi escrito e dirigido pelo cineasta e roteirista italiano Paolo Sorrentino (responsável pelo cerebral “A Grande Beleza”, de 2013). Estrelado por Michael Caine, Harvey Keitel, Rachel Weisz, Paul Dano e Jane Fonda, “A Juventude” concorreu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2015. Depois de ter ganhado o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por A Grande Beleza”, Paolo Sorrentino entrega mais uma obra formidável para cinema.

Embora “A Juventude” tenha o cruzamento das histórias dos personagens de Michael Caine e Harvey Keitel como o foco da trama e principalmente sendo o material necessário para se criar uma rápida sinopse para mídia, há uma infinidade de outros personagens tão ou mais fascinantes quanto eles os cercando: como o de Rachel Weisz, filha do compositor e recém-separada que encontra uma reaproximação com o pai por essa suposta tragédia; o ator Paul Dano que ficou famoso pela interpretação de um robô e sua busca pela construção do personagem perfeito para seu próximo filme; e Madalina Ghenea, como a Miss Universo (essa dona de uma cena antológica que estampa o cartaz acima). Há uma intensa construção de personagens se passando no decorrer do filme que é impossível de não ser notada, e mais ainda, admirada pelo público. O roteiro e a direção de Paolo Sorrentino acomoda um condicionamento técnico sublime, onde as locações campestres, a direção de fotografia e a trilha sonora são de uma grande beleza e por vezes irretocáveis. Embora “A Juventude” tenha inúmeras qualidades, tanto técnicas quanto criativas, é imprescindível que algo seja dito sobre a atuação de Michael Caine nesse filme: seu desempenho é fantástico e mostra ainda toda a sua capacidade de compor personagens singulares apesar da idade avançada.

A Juventude” é um filme brilhante sobre os variados aspectos da vida e da morte; sobre a juventude e a velhice e sobre a amizade e solidão. É tudo acomodado em uma plataforma cinematográfica comovente marcada por passagens de intensa sensibilidade, de humor inteligente e de um tom ocasionalmente filosófico. Genial do jeito que é e capaz de provocar o desejo de refletir sobre o tempo que passa diante de nossos olhos.

Nota:  8/10
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Crítica: Em Ritmo de Fuga | Um Filme de Edgar Wrigth (2017)


Baby (Ansel Elgort) é um talentoso motorista de fuga de assaltos que confia sempre nas batida de sua própria trilha sonora para ser o melhor no que faz, já que a música silencia um zumbido que perpetua em sua cabeça desde que sofreu um acidente de transito quando criança onde seus pais morreram. Preso por uma dívida com um perigoso criminoso chamado Doc (Kevin Spacey), quando Baby conhece a mulher de seus sonhos ele encontra nela a motivação e a oportunidade para deixar para trás a vida de crime e recomeçar do zero. Acuado pelos riscos que seus comparsas de crime oferecem, a música acompanha Baby nas difíceis situações ao mesmo tempo em que um golpe fadado ao fracasso ameaça sua vida, seu amor e seu sonho de liberdade. “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver, 2017) é uma produção estadunidense de ação escrita e dirigida por Edgar Wright. Estrelada por Ansel Elgort, Kevin Spacey, Lily James, Elza González, John Hamm, Jon Bernthal e Jamie Foxx. Aclamado pela crítica especializada, que elogiou vários aspectos da produção, o filme foi um sucesso de bilheteria que arrecadou mais de dez vezes o seu orçamento.

Em Ritmo de Fuga” é um imperdível filme de ação que bebe da fonte do cinema dos anos 80. Referências a grandes filmes e aos seus realizadores estão embutidas no desenvolvimento de um roteiro criativo que presenteia o público com uma história legítima recheada de personagens bacanas (destaque para o implicante e perigoso Jamie Foxx), situações bem construídas e diálogos bem escritos. Edgar Wright simplesmente se superou na criação desse produto, além de entregar uma direção segura do produto que idealizou no roteiro. A narrativa que permite o espectador ver e consequentemente ouvir as coisas pela perspectiva de Ansel Elgort é genial. O efeito de imersão é espetacular. A trilha sonora é outro encanto que com a performance de Elgort é um presente de atuação tão cômico quanto arrojado. E se já não bastasse isso, ainda há excelentes sequências de ação e perseguição pelas ruas da cidade bem à moda antiga, que dispensa a adição recursos digitais que são hoje em dia muito comum em filmes de ação contemporâneos.

Diferentemente da maioria das escolhas das produtoras, que na maioria das vezes criam e adotam títulos para filmes internacionais muito infelizes, a produtora acerta em cheio nesse, pois “Em Ritmo de Fuga” exprime do a essência dessa obra. Sobretudo, “Em Ritmo de Fuga” é um ótimo filme de ação que não chega ser exagero afirmar que foi um dos melhores filmes de ação do ano passado e um dos melhores filmes já realizado por Edgar Wright no quesito entretenimento garantido.

Nota:  8,5/10
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Em Breve: Venom (2018)

Cartaz oficial do filme estrelado por Tom Hardy