quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Preview 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Crítica: Profissão de Risco | Um Filme de David Grovic (2014)


Jack (John Cusack) é contratado por Dragna (Robert De Niro) para se apossar de uma bolsa de conteúdo misterioso e esperar nas dependências de um motel no quarto 13 até que ele próprio venha a recolher a encomenda. Jack recebe instruções claras para que nunca abra a bolsa independente do que acontecer. Mas as coisas não correm de acordo como o planejado, e logo no inicio ele já é alvejado na mão e passa a levantar suspeitas sobre sua figura. E quando Jack passa envolver uma misteriosa mulher, Rivka (Rebecca da Costa) em seu trabalho, um amontoado de mortos começa a chamar a atenção das autoridades locais. Ao se ver acuado diante do fato de que inúmeras pessoas estão na caça dessa bolsa, seu tempo está acabando nesse jogo de gato e rato igual as suas chances de executar o trabalho do modo combinado. “Profissão de Risco” (The Bag Man, 2014) é um thriller de crime noir estadunidense dirigido por David Grovic, e que tem como base de inspiração o livro The Cat: A Tale of Feminine Redemption escrito por Marie-Louise von Franz. Com o roteiro adaptado pelo próprio Grovic em parceria com Paul Conway, o filme de estreia de David Grovic para a telona se mostra pouco fluente no gênero no qual habita, por não criar uma atmosfera competente, e desinteressante por recheá-lo de situações complicadas que somente servem para prolongar sua duração.


Profissão de Risco” não demonstra ter uma trama sólida e com um propósito bem definido para seu conjunto, demonstrando sucessivas falhas de roteiro que não ajudam o experiente elenco principal de salvar essa produção do limbo. Infelizmente seu desenvolvimento é uma sequência de eventos irregulares que apresenta personagens estranhos, uma violência ala Tarantino e até se aventura a fazer uma desajeitada e inconcebível homenagem ao clássico filme “Psicose”, de Alfred Hitchcock. São equívocos sobre equívocos, numa mistura de combinação improvável que fazem do seu desenvolvimento uma desgastante perda de tempo. Nem o icônico astro Robert De Niro ou o experiente ator John Cusack demonstram em suas interpretações algum desejo de elevar o nível desse filme. Com uma participação sofrida da brasileira Rebecca da Costa como a femme fatale dessa produção, além de aparições grosseiras por parte de Crispin Glover, Dominic Purcell e Martin Klebba que colaboram para criação de um sub-noir de contornos contemporâneos descartáveis. Se o seu desenvolvimento se mostra arrastado, a grande revelação do desfecho até confere um bem-vindo gás ao conjunto, mas arruína tudo numa sequência final constrangedora. Por fim, “Profissão de Risco” é uma adaptação noir pobre em vários aspectos, bagunçada o tempo todo e de resultado esquecível.

Nota:  4/10

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Crítica: Rambo 4 | Um Filme de Sylvester Stallone (2008)


O condecorado soldado americano John Rambo (Sylvester Stallone) sobreviveu a muitas provações em sua vida, após anos envolvido nos mais sangrentos conflitos armados do mundo, e desde então vive numa região remota da Tailândia de um modo pacato. Caçando cobras para moradores locais e transportando pessoas pelos extensos rios da região, um grupo de missionários cristãos em missão de paz o contrata para viajar pelo rio em direção da Birmânia, uma região que se tornou uma perigosa zona de guerra comandada por um ditador militar que tem aterrorizado sem descanso camponeses e agricultores indefesos. Quando os missionários são sequestrados por tropas birmanesas a serviço do ditador, Rambo sai em sozinho numa missão de resgate e declara guerra contra todos os opressores. “Rambo 4” (Rambo, 2008) é uma produção de ação baseada no icônico personagem do romance de David Morell lançado em 1972. Mas a fama do personagem saiu do resultado de três longa-metragens (“Rambo – Programado para Matar” de 1982, “Rambo II” de 1985 e “Rambo III” de 1988) que lhe conferiu um precioso sucesso dentro de círculos da cultura pop e criou um subgênero de filmes de ação intensa que preponderou na década de 80 onde se resumia na força de um homem só contra um exército. Mesmo que a crítica especializada crucifique Sylvester Stallone por entregar um filme sem novidades, que sequer se esforce em fazer rodeios dramáticos, o astro entrega o filme que se esperaria dele: exagerado, frenético e com um empilhamento infinito de corpos ao longo de sua duração.


Rambo 4” possui um aspecto que dependendo do espectador, pode ser visto como qualidade ou defeito. Com uma introdução rápida e exótica sobre a condição atual do personagem principal, como o ambiente e as circunstancias que o margeiam, Sylvester Stallone passa a entregar o material que seus fãs esperam de um típico exemplar da franquia do personagem que veste com orgulho a camisa de uma extensa leva de personagens oitentistas que muito bem podem ser rotulados como “o exército de um só”. Quando Rambo entra em ação, não tem para ninguém. Embora Stallone esteja longe de ser um realizador autoral ou até mesmo habilidoso com a câmera, ele consegue extrair do material teórico (do raso roteiro dele próprio e Art Monterastelli) boas sequências de ação, violentas e ágeis sem firulas, essas extremadas de uma forma mais do que esperada por fãs sedentos de sangue e ainda assim fascinante. Essa produção não possui requintes de superprodução, mas também não se firma no terreno de produções B. Embora a motivação patriótica tenha se valorizado nos filmes anteriores, aqui ela se encontra apagada, deixando apenas espaço para um homem que tem a condição de fazer a diferença em nome do que é certo (salvar os inocentes e indefesos de um ditador genocida). É a simplicidade aliada a nostalgia que funciona de modo redondo. Por fim, “Rambo 4” é materialização de um desejo de seu realizador de reviver a glória do passado (essa estendida na franquia “Os Mercenários” reiniciada em 2010). Mesmo tendo uma carga dramática menor do que nos filmes anteriores, essa produção entrega uma violência gore competente, divertida pelos exageros e com Stallone seguro do que realmente pode o fazer ter sucesso de verdade.

Nota:  7/10

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Torne-se um Wolverine

Seguindo a filosofia do faça você mesmo, caso você não tenha superpoderes, eu deixo a dica de que não há limites para a criatividade. A prova disso vem do inglês Colin Furze, que de dentro de sua garagem com a ajuda de ferramentas adequadas simplesmente criou uma engenhoca (garras hidráulicas de aço inoxidável de acionamento rápido) que certamente é um sonho para qualquer fã do personagem mais emblemático dos X-Men: Wolverine (o momento em que Colin encosta as garras uma na outra e faíscam é quase impossível você não ser acometido pela lembrança do filme). Embora o equipamento esteja marcado de um estilo rudimentar, a invenção de Colin funciona com um nível de perfeição fascinante. Colin tem um canal no YouTube que mostra com bastante alegria e originalidade a funcionalidade de inúmeras de suas invenções e experimentações. Confira abaixo o resultado da sua empreitada de como se tornar o Wolverine, como mais abaixo as etapas necessárias para se chegar ao invento final:  


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Crítica: Os Irmãos Cara-de-Pau | Um Filme de John Landis (1980)


Recém-libertado da cadeia, Jake (John Belushi) recebe a oportunidade de sair em condicional pelo crime de roubo sob os cuidados de seu irmão Elwood (Dan Aykroyd). Assim os dois irmãos juntos novamente diante de um urgente recomeço partem rumo ao orfanato onde cresceram sob os ensinamentos das freiras. Ao chegarem lá descobrem de que a igreja irá cancelar o apoio ao orfanato, o condenando ao fechamento. Com poucas opções em mãos, já que dinheiro desonesto nunca foi bem visto pelas freiras, os dois irmãos decidem retornar as atividades da banda The Blues Brothers Band, na intenção de realizar um grande show para arrecadar uma boa quantia para garantir a difícil sustentabilidade do orfanato. Uma difícil tarefa na qual os dois se entregam de corpo e alma. “Os Irmãos Cara-de-Pau” (The Blues Brothers, 1980) é uma comédia musical cult dirigida por John Landis. Estrelada por John Belushi (1949 - 1982) e Dan Aykroyd, os dois foram comediantes famosos oriundos do programa de TV Saturday Night Live. Suas interpretações no longa-metragem surgiram da própria criação dois atores (com colaboração de Ron Gwynne) com suas performances apresentadas na forma de sketches, um formato de humor bastante convencional entre artistas buscando ascensão. Se suas passagens pelo programa chamaram a atenção de Hollywood, a pareceria dos dois gerou um filme cult oitentista extremamente memorável frequentemente homenageado, repleto de canções icônicas perfeitamente interpretadas pela dupla.


Os Irmãos Cara-de-Pau” surgiu do mesmo nicho de mercado humorístico que “Quanto Mais Idiota Melhor”, filme estrelado por Dana Carvey e Mike Meyers. Mas se difere em quase tudo, tendo similaridades apenas a suas origens. O filme de John Landis aproveita bem a química dos dois protagonistas, como também estabelece um tributo musical envolvente e mais do que divertido. Embora tenha surgido uma sequência em 1998 (estrelada por John Goodman, Dan Aykroyd e Joe Morton), mas não atingiu o sucesso do primeiro filme. Se a história em premissa não era grande coisa, aspecto comum em produções da época, a forma de como ela se apresentava fez toda a diferença. Seu desenvolvimento é uma viagem encantada que nos mostra artistas como James Brown, Aretha Franklin, Ray Charles entre outros (cineastas como Steven Spielberg e Frank Oz também fazem pontas como atores) brilhando na película agregando mais bagagem a sua imortalidade. “Os Irmãos Cara-de-Pau” é diversão garantida que habita o gosto de fãs de cultura pop. Embora não tenha sido criado para ganhar prêmios em cerimonias elitistas, essa produção ganhou o maior dos prêmios que um longa-metragem poderia esperar depois de muitos anos: o coração de espectadores que voltam a revisita-lo com a devida nostalgia. Trata-se de uma produção que faz o espectador bater o pé pela magia das canções brilhantemente escolhidas, gargalhar pelas piadas afiadas do roteiro simpático e se eletrizar com a ação das perseguições de carro da época (o filme bateu recordes de automóveis destruídos numa mesma produção). “Os Irmãos Cara-de-Pau” é pura nostalgia, repleta de curiosidades de bastidores e brilhantemente afinada com alma do cinema oitentista que merece ser redescoberta como também revisitada.  

Nota:   9/10

sábado, 3 de janeiro de 2015

Crítica: A Vida Secreta de Walter Mitty | Um Filme de Ben Stiller (2013)


Walter Mitty (Ben Stiller) é o responsável pela área de negativos da Revista Life, e nunca fez nada de emocionante em sua vida resultando no constante hábito de se imaginar através de devaneios estar em aventuras fantasiosas. Apaixonado por uma colega de trabalho, Cheryl (Kristen Wiig), ele faz de tudo para ser notado. Mas quando a revista na qual trabalham está prestes a sofrer uma mudança radical (a revista irá abandonar o formato tradicional e apenas permanecer on-line aos seus leitores), o lendário fotógrafo e aventureiro Sean O’Connell (Sean Penn) envia para ele um pacote contendo uma fotografia especial no negativo 25, que é mencionada pelo fotógrafo como a Quintessência da Revista Life e deve ser a foto da capa da última edição da revista impressa. Mas o negativo desapareceu. E usando os outros negativos como pistas que compõem o pacote enviado pelo fotógrafo, Mitty traça um plano mirabolante para encontrar Sean O’Connell e talvez salvar o seu emprego e mostrar para seu interesse romântico, e a si mesmo, que pode realizar realmente algo fantástico. “A Vida Secreta de Walter Mitty” (The Secret Life of Walter Mitty, 2013) é uma produção de aventura, comédia e fantasia escrita por Steve Conrad, como estrelada e dirigida por Ben Stiller. Baseada no conto de 1939 de James Thurber, esse longa-metragem vem com uma proposta necessariamente interessante pelo conjunto, embora marcada de uma indecisão que diminui seu efeito envolvente.


A Vida Secreta de Walter Mitty” é o longa-metragem mais detalhadamente elegante e alinhado de responsabilidade de Ben Stiller. Totalmente diferente da comédia escrachada “Zoolander” e sem o toque de originalidade de “Trovão Tropical”, essa produção se mostra bem diferente de seus trabalhos anteriores. Produzido com todos os requintes da indústria cinematográfica estadunidense, tudo nesse filme está em uma ordem precisa onde seu realizador entrega uma história/fábula que além de divertir também oferece um pouco de inspiração ao espectador. Ainda que os floreios técnicos saltem aos olhos, em transições extremamente repentinas ou em paisagens estonteantes, há uma composição de personagens que se mostra agradável e eficaz ao trabalho de seu realizador. Walter Mitty é um exemplo disso: ele é a materialização vívida do ser humano que vive sonhando acordado, isso brilhantemente interpretado por Ben Stiller. No caso dele, isso não passa de um artifício para anular sua frustração e impotência diante da vida. E sua obstinação em mudar isso através de uma realização relevante aos olhos do mundo é a mais humana das reações a esse fenômeno. Mas também há outros personagens vitais a sua trama, sobretudo ao enredo dessa produção. A presença de Kristen Wiig é uma intensificação de seus objetivos, como a presença de Sean O’Connell é vinculo da aproximação do sonho a realidade. Se Ben Stiller não consegue extrair do espectador risadas fáceis com sua comédia bem produzida, ele consegue extrair do enredo algumas emoções sinceras e agradáveis.

Vendido pecaminosamente da forma errada (embora tenha suas passagens de humor, seu desenvolvimento está mais para um drama) está falha compromete sua eficiência, ainda mais em uma obra repleta de metáforas sobre metáforas. Seu desenvolvimento de divertir com a difícil função extra de emocionar até surpreende (a tão famigerada foto do negativo 25 é uma surpresa), ainda que não salve essa produção de dividir opiniões. Mas “A Vida Secreta de Walter Mitty” ainda pode agradar, embora não seja realmente engraçado com se esperaria de um filme de Ben Stiller, detentor de muitos fãs em função desse gênero.

Nota;  7/10

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Cinefilia

Havia prometido para mim mesmo, obviamente sem fazer alardes proféticos que eu iria resenhar na medida do possível a maioria dos filmes que assisti no ano que passou, mesmo sabendo do difícil desafio que era materializar isso. Infelizmente eu não cheguei nem perto de atingir essa meta. Assisti muita coisa, onde a tela do televisor esteve costumeiramente iluminada exibindo os mais diversos títulos que iam de lançamentos a filmes mais antigos, e que em muitos casos somente eram revisitados por pura nostalgia. Em contrapartida a tela do notebook se manteve menos tempo ativa, ainda mais com um foco produtivo na página cinéfila a qual mantenho com tanto afeto. Assim no quarto ano de atividade, o blog “Em Perspectiva” teve como consequência do minha negligência o seu ano mais mirrado. Não foi algo proposital, eu juro, sobretudo decorrente de um ano extremamente complicado em vários aspectos. Por isso decidi listar sem muitos detalhes algumas impressões rápidas (mas muito rápidas mesmo) sobre algumas produções que assisti em 2014. Logo abaixo segue a lista:

1.   Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City of Bones, 2013): Uma das piores produções de fantasia teen que eu já vi até hoje. Embora até simpatize com esse subgênero, mostrou-se pura perda de tempo. 
2.   Millenium 3 – A Rainha do Castelo do Ar (Luftslottet Som Sprangdes, 2009): Só faltava esse sobre a trajetória de Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist pelo cinema. Mas podia também ter adiado por mais tempo, já que não me agradei em quase nada embora tenha visto boas críticas a seu respeito.  
3.   Thor – O Mundo Sombrio (Thor: The Dark World, 2013): Produção da Marvel que não justifica o subtítulo, já que de sombria não tem nada. Mas em compensação de resto... mil vezes (talvez duas mil vezes) melhor do que o primeiro filme. É só pra rir.
4.   Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013): Melhor do que eu esperava, mas não superior a alguns dramas independentes do passado que eu revisitei por nostalgia. É tudo uma questão de gosto.
5.   Tudo por Justiça (Out of the Furnace, 2013): Só parece bom, mas não é grande coisa. Eu o rotulo como uma fraude (premissa interessante, ótimo elenco e uma condução que já havia rendido outro grande filme).
6.   Anjos da Lei 2 (22 Jump Street, 2014): Se eu não havia simpatizado em quase nada com o primeiro filme, este eu posso afirmar com toda convicção do mundo: eu o odiei completamente. Saudades do tempo do seriado.
7.   A Dama de Ferro (The Iron Lady, 2011): Nunca encontrei um filme mencionado com tanta similaridade em meio a crítica. Decididamente Meryl Streep é a melhor coisa desse drama biográfico, porque a história eu não sei explicar para onde nos leva.
8.   Serra Pelada (idem, 2012): Gostei muito, embora minha opinião não seja unânime em meio às críticas que li pela vasta blogosfera. Uma pena!
9.   A Morte do Super-Herói (Death of a Superhero, 2011): Uma descoberta tardia que recomendo. Um filme que mescla bem à narrativa e o enredo com uma estética bem feita.  
10.  Frankenstein: Entre Anjos e Demônios (I, Frankenstein, 2014): Mais uma produção que confere contornos de super-herói a uma figura histórica da literatura. Eca!             
11.  Malévola (Maleficent, 2014): Eu queria que o filme fosse esplendoroso como Angelina Jolie. A única coisa boa nesse filme.
12.  A Grande beleza (La grande bellezza, 2013): Eu me sinto um ignorante vendo filmes como esse. Todo mundo elogia, mas eu achei um saco.
13.   Planeta dos Macacos (Dawn of the Planet of the Apes, 2014): Muito bom e faz jus a reinvenção do clássico.
14.  Transformers: A Era da Extinção (Transformers: Age of Extincition, 2014): Bem que a franquia poderia acabar por aqui. Meses depois da sessão, ainda sinto a tontura iniciada na exibição de tão caótico que o filme é. Mas acho difícil parar por aqui considerando a cifras exorbitantes que a franquia ainda rende.
15.  Copa de Elite (Idem, 2014): Por causa de filmes assim é que muita gente crítica cinema nacional. Paródia então... será que a televisão já não faz disso o suficiente?
16.   Intocáveis (Intouchables, 2011): O cinema francês é tudo de bom. Fantástico!
17.  Operação Invasão 2 (The Raid 2, 2014): Quem diria que um dos melhores filmes de ação desse ano sairia da Indonésia. Escrito e dirigido por Gareth Evans, o filme tem alguns excessos que podem ser vistos negativamente por alguns espectadores. Portanto não é para todos os públicos. Mas que é bom é...
18.  Need for Speed – O Filme (Need for Speed, 2014): Muito melhor do que a maioria de produções baseadas em jogos.
19.  Garota Exemplar (Gone Girl, 2014): Como todos os filmes de David Fincher: maravilhoso.
20.  O Abrigo (Take Shelter, 2011): Michael Shannon é um ótimo ator com a história certa.
O restante fica para 2015.

PS: Desejo a todos um Feliz Ano Novo.