domingo, 14 de setembro de 2014

John Wick

Pôster Oficial

sábado, 13 de setembro de 2014

Crítica: Amnésia | Um Filme de Christopher Nolan (2000)


Amnésia” (Memento, 2000) é um suspense noir que é acima de tudo uma experiência cinematográfica gratificante. Filmes fragmentados não é nenhuma novidade para os espectadores contemporâneos, sendo que há centenas de exemplares que adotaram esse recurso pelas mais diferentes razões. Mas poucos dão tanto sentido a esse recurso quanto essa produção independente (produzida na época ao custo de 5 milhões de dólares), pela forma com que se encaixa no contexto. “Amnésia” é narrativamente fragmentado, e esse artifício adotado por seu realizador, o cineasta Christopher Nolan busca simplesmente transferir para o espectador a experiência sensorial pela qual o protagonista desse longa-metragem passa devido às consequências de uma amnésia resultante de uma tentativa de assassinato que sofreu. A típica estrutura de começo, meio e fim se alteram significativamente em benefício da trama, armada de uma boa ideia e gente comprometida com sua proposta. Esse artifício de começar seu desenvolvimento do fim rumo ao evento que culminou nessa ação não é um mero recurso de estilização da trama utilizado como recurso decorativo sofisticado, mas a essência suprema da história criada por seu realizador. Na trama acompanhamos Leonard Shelby (Guy Pearce), um homem em busca de vingança, cujo objetivo é vingar o estupro e assassinato hediondo de sua esposa. Mas um grave empecilho surge dificultando a realização dessa vingança. Shelby foi ferido durante o mesmo crime, adquirindo um tipo de amnésia peculiar que o impede de formar novas memórias. Embora se recorde de toda a sua vida antes do incidente, por qualquer descuido desencadeado por sua condição médica ele pode esquecer-se de seu objetivo. E por isso ele passa a marcar seu corpo com mensagens de relevância futura (que como para o espectador acabam virando verdadeiros enigmas) que podem fazer toda diferença em sua jornada de vingança.


O conceito cru de “Amnésia” tem o seu valor, embora esse valor venha da inquestionável habilidade de seu realizador de estrutura-lo de modo envolvente. O filme é muito bom, mas não somente pela ideia em si, e sim pela composição de elementos que compõem sua duração. Apresentando atuações inspiradas por parte de todo elenco principal, onde Guy Pearce entrega talvez uma de suas melhores representações de sua carreira, além dos demais nomes que integram o grande elenco dessa produção (Carrie-Anne Moss, Joe Pantoliano e Mark Boone Junior), todos se destacam ao seu modo com certos ressaltos de brilhantismo diante da ousadia da proposta (Amnésia sempre pode ser citado como um dos melhores filmes de Christopher Nolan, ainda que não faça frente a gigantes mais recentes e elaborados em orçamento e composição de elenco). Mas ainda que os recursos utilizados por seu realizador não tenham presença num cenário cinematográfico hollywoodiano, essa produção se faz através de boas ideias e muito comprometimento presente. A cada personagem que surge na tela durante o desenvolvimento da ação desse longa-metragem surgem dúvidas e conexões bem amarradas pelo roteiro. Como o personagem Jenkins, de Stephen Tobolowsky que não é apenas uma aparente figura passageira na película, mostrado sua importância num plano maior para responder certas questões que eventualmente poderiam surgir ao espectador. Ainda que o roteiro de Christopher Nolan tenha tomado como solução algumas liberdades artísticas para acentuar sua trama de modo orgânico, não traduzindo a realidade clínica de um paciente real em sua plenitude, a forma como ele a desenvolve torna essa peculiar enfermidade crível e em harmonia com o drama de Leonard Shelby. O suspense criado por Nolan em redor de seu protagonista prende a atenção do espectador com facilidade, ainda que não se mostre bonito visualmente, o filme tem uma atmosfera intrigante. Um elemento que foi vital para firmar “Amnésia” no sucesso em sua época, e mesmo após muito tempo ainda ser lembrado como um grande filme a ser descoberto ou revisitado.

Nota: 8/10


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Crítica: Lucy | Um Filme de Luc Besson (2014)


Lucy (Scarlett Johansson) é uma jovem inocente que foi forçada a trabalhar como mula para o transporte de drogas para máfia de Taipei, em Taiwan. A droga foi implantada cirurgicamente em sua barriga, no entanto um pouco antes de embarcar no voo o pacote que transporta no interior de seu corpo vaza derramando a substância em seu organismo. Porém ela não morre, e para sua surpresa, melhora incrivelmente seus sentidos. A sua capacidade cerebral restringida a apenas 10% se torna gradativamente ilimitada a tornando uma supermulher. Lucy evolui radicalmente passando a ter a capacidade de ler mentes e mover objetos apenas com o pensamento, entre muitas outras poderosas habilidades. Com a ajuda do professor Norman (Morgan Freeman), que a ajuda entender sua transformação, Lucy busca impedir que malfeitores venham a colocar as mãos no que resta da droga, ao mesmo tempo em que segue numa incrível jornada de autoconhecimento. “Lucy” (Lucy, 2014) é um thriller de ação realizado pelo renomado cineasta francês Luc Besson (realizador de filmes como “O Quinto Elemento” (1997), “O Profissional” (1994), entre outros mais). Também colaborador de argumento e financista de outros sucessos como “Carga Explosiva” (2002) e “Busca Implacável” (2008), em “Lucy” Besson assina o roteiro, produz e dirige. Trata-se de um filme eficiente no que se propõe: divertir o espectador. Completamente distante da realidade (justificando o rótulo da ficção científica com o qual é vendido) onde alguns conceitos científicos se tornam risíveis e implausíveis, Besson apresenta acertadamente boas escolhas que se mostram visualmente geniais. Portanto além de deter um desenvolvimento ritmado repleto de referências cinematográficas com uma ação de qualidade impecável típica de seus filmes, Besson mostra que embora não evolua em seu ofício também não regride.



Certa vez eu disse e volto a repetir: "Besson é um realizador mais esperto do que inteligente". Por quê? Ele sabe mesclar clichês como nenhum outro cineasta em atividade para começar (onde até a ideia mais batida do mundo pode continuar a ter o seu brilho se lapidada com o devido cuidado). Hábil condutor de cenas de ação estilizada, sabe aplicar efeitos visuais baratos com uma funcionalidade acima da média. Sabe escolher atores e atrizes que possam cumprir com eficiência suas conturbadas tramas, até quando suas primeiras escolhas não se concretizam as alternativas saem melhor do que o esperado (o papel de Lucy era sumariamente elaborado para ser desempenhado por Angelina Jolie, mas ela não aceitou a tarefa). Seus roteiros quase sempre simplistas em teoria, ganham certo brilho por diálogos afiados e proferidos por experientes atores que conferem certo charme ao seu trabalho. Além do mais, responsável empreendedor, Besson consegue conferir esmero técnico aos filmes que produz com orçamentos medianos que apresentam faturamento em média três vezes maior ao custo. Em "Lucy" não é diferente. Embora não confira nada de novo ao gênero ao qual habita, trata-se de produto extremamente ágil e engenhosamente divertido. Scarlett Johansson está bem no papel de heroina, podendo entrar orgulhosa para rol de personagens femininas providas de valentia criadas pelo diretor, como também, Morgan Freeman em sua milésima interpretação de sábio guru ainda convence e não se mostra totalmente cansativo. Montado com boas ideias (a progressão do efeito da droga em Lucy acompanha o avanço da trama do filme de modo curioso), essa produção tem as suas qualidades se destacando de seus defeitos. Mesmo não sendo tão bom quanto poderia, "Lucy" pode divertir facilmente o espectador desde que ele embarque nas suas viagens psicodélicas de ficção científica de seu realizador. 

Nota: 7/10

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Crítica: 13° Distrito | Um Filme de Camille Delamarre (2014)



O ano é 2018. Em uma área da cidade de Detroit chamada Brick Mansions (o famigerado 13° Distrito) devido a incorrigível situação de criminalidade e violência que o toma, simplesmente é ignorado pelas autoridades locais. Isolado da cidade por um enorme murro, seus moradores vivem sob uma condição precária de vida sem expectativas de um futuro. E nesse cenário o crime e o tráfico de drogas comandado por Tremaine Alexander (RZA), ganha força livremente. Tendo como um obstáculo incômodo o jovem Lino (David Belle), um morador de Brick Mansions que busca a todo custo justiça em sua localidade, o policial Damien Collier (Paul Walker) incursa em uma perigosa missão ao lado de Lino para salvar sua namorada que está em poder dos mesmos criminosos que detêm uma bomba de grande poder de destruição mirada para a cidade de Detroit. “13° Distrito” (Brick Mansions, 2014) é um remake estadunidense dirigido por Camille Delamarre. Baseado em um filme francês de 2004 chamado “B13” (que inclusive gerou uma sequência chamada “13° Distrito – Ultimato” lançado em 2008), tanto essa refilmagem Hollywoodiana como os demais filmes foram produzidos por Luc Besson e estrelados por David Belle (um dos pioneiros da Arte do Movimento chamada Le Parkour). Ainda que “B13” tivesse interpretações rasas e uma trama com muito pouco a oferecer, as peripécias acrobáticas do elenco conferiu ao longa-metragem o rótulo de cult entre muitos espectadores. E como em “Taxi” (1998), outro sucesso francês de Besson, não demorou muito para ganhar uma refilmagem estadunidense.


Reflexo de sua base, “13° Distrito” reproduz sua inspiração em vários aspectos, seja em sua trama que apresenta apenas pequenas alterações ou no estilo ágil da ação e da inexistente coerência dela. Infinitamente mais elétrico do que o original, o ritmo dessa produção está repleto de exaustivas correrias, malabarismos e perseguições, agora muitas delas na condução de potentes automóveis. Se David Belle melhora em muito seu desempenho de interpretação desde 2004, embora não seja essa a razão pela qual ele habite os créditos dessa produção, Besson tem sua grande sacada na presença do astro Paul Walker. Além de bom ator, quando ele está atrás da direção de carros o seu desempenho ressoa automaticamente sobre seu personagem na franquia “Velozes e Furiosos”, que lhe conferiu o estrelismo em Hollywood e uma legião de fãs. Ainda que tenha sofrido para acompanhar as coreografias de Belle, Walker faz uma parceria harmoniosa. Sobretudo, RZA se mostra caricato ao extremo. Mas se ainda assim sendo apenas uma derivação desinteressante e clichê da figura criminal a ser combatida, muitas vezes inclusive cômica demais para ser levado a sério, o sujeito consegue entregar uma performance curiosamente simpática antenada com proposta descompromissada e improvável dessa produção (um criminoso declarado dando sermões sobre desigualdade social). Infelizmente, Camille Delamarre entrega um filme tão parecido com o original que se mostra quase desnecessário aos conhecedores e fãs do filme europeu. Vale sim, por conferir pela presença saudosa de Walker, ou pelo esmero de Belle em situações de risco. Mas “13° Distrito” não tem a magia que fez de sua base uma obra de culto. Divertido como passatempo, desnecessário a longo prazo.

Nota:  5,5/10

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Isaac Asimov Continua em Alta


Basta vermos o trailer de "Automata" (2014), uma nova obra de ficção científica estrelada por Antonio Banderas, que já podemos facilmente constatar isso. Numa aparente mistura atmosférica de "Blade Runner - O Caçador de Andróides" (1982) com "Eu, Robô" (2004), o cineasta espanhol Gabe Ibanez cria um mundo distópico com seu curioso olhar europeu sobre questões ligadas ao livre arbítrio e a consciência artificial. É de certo modo a essência do trabalho de Isaac Asimov. Inclusive há uma citação fazendo referência as "Três Leis da Robótica" presentes na obra do escritor. Até então nenhuma novidade para fãs da sci-fi, porém a visão de Gabe Ibanez é segura de seu propósito e sempre podemos ser surpreendidos por produções de baixo orçamento bem elaboradas. Essa pode resultar em surpresa para o gênero devido alguns aspectos curiosos em volta do trailer (lembram-se de Melanie Griffith? Pois é, ela também faz parte do elenco). Confira:

Crítica: O Homem do Tai Chi | Um Filme de Keanu Reeves (2013)


Há vários astros do cinema que já arriscaram a incursão na cadeira de diretor. Nomes como Ben Affleck, George Clooney, Sean Penn, Mel Gibson, Jodie Foster e Joseph Gordon-Levitt são alguns exemplos de grandes atores e atrizes que buscaram elevar seus sucessos pessoais através da direção de longa-metragens. Mas naturalmente, nem todos foram tão bem atrás das câmeras quanto enfrente delas, ou pelo menos permaneceram no auge por muito tempo nessa função. Por isso, “O Homem do Tai Chi” (Man of Tai Chi, 2013) é uma produção de ação ambientada na China focada nas artes marciais que também é a estreia de Keanu Reeves como realizador de um longa-metragem. Anulando esse interessante aspecto, o da estreia de Reeves como diretor, essa produção carece infinitamente de qualidades. Ainda que tecnicamente impecável até certa altura do desenvolvimento, com todos os requintes visuais típicos de filmes made in Hong Kong, seu filme se perde pela estrutura clichê que foi adotada e pela história pouco fundamentada sobre a essência do Tai Chi. Reeves limita-se a realizar uma história desnecessária de ser contada que ressoa sobre produções B protagonizadas por Jean-Claude Van Damme como “O Grande Dragão Branco” (1988). Em sua trama acompanhamos um jovem praticante de Tai Chi que se distancia de sua vida pacata em Pequim e se envolve em um jogo de lutas ilegais comandado por um grupo criminoso que faz desses combates mortais um reality show direcionado para seletos espectadores.

 
O Homem do Tai Chi” é protagonizado por Tiger Hu Chen (artista marcial presente em filmes como Matrix Reloaded e Kill Bill), que como ator ele é um exímio lutador. Pouco expressivo e limitado pelo roteiro simplista, sua participação só não é mais constrangedora quanto à do próprio Reeves, que após uma desconcertante participação em “47 Ronins” (2013), prova o quanto alheio está sobre as particularidades do Oriente. Enquanto Tiger Chen não convence como protagonista e não desperta o carisma necessário para envolver o espectador em sua jornada para a redenção, como Keanu Reeves se mostra deslocado como vilão, tanto nas passagens de interpretação quanto em um combate de força desproporcional que parece oriundo de alguma sequência de “Matrix” (1999). Automaticamente se reduz em seu próprio filme. Por isso “O Homem do Tai Chi” é, sobretudo um espetáculo visual garantido por ótimas cenas de luta e nada mais. Coreografadas e executadas com precisão, os embates são violentos e por vezes exaustivos aos oponentes, mas completamente desprovidos de sangue para desagrado dos mais aficionados por violência crua. A inserção de uma trama policial paralela aos eventos em volta de Tiger Hu Chen vem somente para engordar um material desprovido de foco, como o próprio romance dele que não esboça a menor química e empolgue os mais sensíveis. “O Homem do Tai Chi” é cercado de propósito, embora jamais se firme nele com o devido embasamento. Se para os espectadores dessa produção o Tai Chi ainda está cercado de mistérios, isso é porque Keanu Reeves ainda não entende o Oriente e muito menos de direção.

Nota:  4/10

domingo, 3 de agosto de 2014

Crítica: O Exterminador do Futuro – A Salvação | Um Filme de McG (2009)


Em 2003, a Doutora Serena Kogan (Helena Bonham Carter), funcionária da Cyberdyne Systems convence o sentenciado do Corredor da Morte Marcus Wright (Sam Worthington) de consentir que após uma injeção doe seu corpo para pesquisas médicas. Cerca de um ano depois, os sistemas da SkyNet são ativados e tomam o controle através da autoconsciência. Os seres humanos são praticamente erradicados em um evento chamado Dia do Julgamento, e os poucos que sobraram passam a integrar um grupo militarizado que serve como resistência ao domínio total das máquinas. Em 2018, John Connor (Chrstian Bale) lidera uma missão de ataque pela Resistência a um laboratório da Skynet e descobre um grande segredo que estava sendo desenvolvido nessa base antes de sua completa destruição. Estranhamente Marcus Wright completamente nu e com amnesia sai desses escombros e segue em direção a Los Angeles, onde acaba por conhecer Kyle Reese (Anton Yelchin) um jovem sobrevivente das ofensivas das máquinas sobre a raça humana. Aparentemente desconexos, o destino desses homens se mostram profundamente interligados por importantes segredos, sobretudo vitais na luta da Resistência contra a SkyNet. “O Exterminador do Futuro – A Salvação” (Terminator Salvation, 2009) é o quarto longa-metragem da franquia “O Exterminador do Futuro”, esse realizado pelo famoso cineasta surgido da geração MTV, McG (responsável pela franquia de ação extremada de exageros “As Panteras). Embora seja inferior aos dois filmes realizados por James Cameron na década de 80 e 90, este anula o decepcionante resultado de “O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Maquinas” (2003) realizado por Jonathan Mostow, e confere genialmente um gás mais do que necessário a essa icônica franquia do cinema de ficção científica que Hollywood não deixa virar sucata.


Embora “O Exterminador do Futuro – A Salvação” divida opiniões de fãs e conhecedores da reputação do personagem título, essa produção possui vários aspectos bem positivos para a franquia. Primeiramente, pelo fato de seu realizador entregar um longa-metragem bem diferente do que sua filmografia sugeria. McG está mais contido, valorizando a dramaticidade que marca seus personagens. Ao mesmo tempo, não se deixa levar por nenhum tipo de delírio visual que recheava seus trabalhos anteriores. O filme está coerente com o tom da franquia em seu tempo (clima pós-apocalíptico humano confrontado com uma SkyNet repleta de artifícios futuristas visualmente bem elaborados), com criativos diferenciais conferidos pelas soluções modernizadas de estrutura que o cinema contemporâneo tem em mãos. Com o arco da trama bem elaborado sobre o trio principal de atores, o roteiro de John D. Brancato e Michael Ferris se expande sobre as figuras relevantes da trama que concede gratificantemente mais detalhes sobre alguns personagens que são acompanhados desde o inicio da franquia (a cicatriz no rosto de John Connor que aparece no segundo longa se explica em um momento tenso dessa produção, demonstrando que não passa apenas de um ferimento de guerra como se presumia). McG ainda lança um olhar dotado de um pouco de nostalgia sobre seu trabalho ao inserir a canção “You Could Be Mine”, grande sucesso da banda Guns N’ Roses, em um momento revigorante de reviravolta da trama. Essa produção possui várias passagens emocionantes, e muitas conferidas por efeitos visuais adequados e soluções de câmera de um realizador seguro de sua capacidade. “O Exterminador do Futuro – A Salvação” não é impecável, mas também não desperdiça negligentemente o tom épico que a franquia conquistou através do trabalho de James Cameron. É sim menos sombrio do que os primórdios, sem exageros descartáveis do terceiro longa-metragem e que proporciona uma ótima oportunidade para uma sempre esperada sequência.

Nota:  8/10